As velhas fortalezas se abrem novamente
Me aceitam, me provocam, me fazem escravo
Acordo em vão, estou vivo, lúcido.
Eu continuo, seguindo através da grama
Os coelhos já não me contam mais piadas
A platéia, tramando, ri do meu escárnio
Ali está o velho, mais que sorridente
A parede de vidro aparece novamente
A ilusão de ótica através do espelho
Contando as lentes enquanto me calo
Apareça, esperto coala, apareça
O grupo de animais foi xingado
Pelo ser que nunca ama
Até tu, foca, que me provoca
Coça minhas costas, por favor
Reconheça que foi embora
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