segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Ódio Caprino

Paralisado em ver o acontecimento
Tudo aquilo que fora sonhado, materializa durante o dia
Atormento fico agora em meio ao pensamento
Desprazer em ver teu rosto, tua voz e tua alegria

Desejo doloroso que não poderia ter acontecido
Desgosto em gerar sentimentos por você
Ao ponto que jamais queria ter conhecido
A desconhecida mineira que me faz sofrer

Certeza clara e limpa de que eu fiz foi natural
Nutrir o sentimento todos os dias foi o pecado
Jamais te ofendi, te perturbei e te fiz mal
Apenas tudo que aconteceu, deveras ser errado

Se é certo ou errado, agora não me importo
Queria apagar todas as lembranças sua da minha cabeça
Não te procuro, não te amo e suas desculpas não imploro
Desejo incontrolável  em abandonar toda dor da vileza

Quero te esquecer, apenas te esquecer,
Ao passo de toda dor ser destilada
Esperança errônea de nunca mais te ver
Ardor do incêndio, agora cinza apagada

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