As lajotas humanas estão
empilhadas
A figura morna não sai
desse espelho
A ambição me diz o que
preciso fazer
A necessidade de existir
a brincadeira
Simulo aquilo que ainda
não vivenciei
A vida se torna apenas
uma equação
A pedra emocional se
torna a pluma
Reticências alheias não
me perturbam
Voltando no tempo
através da cozinha
A novidade constrói
minha imaginação
Elementos externos da
minha cognição
Recusando tudo que possa
ser humano
O mundo interno se torna
um turbilhão
O lugar onde estou é
outra perspectiva
Acordo de um sonho que
nunca existiu
Alheio a tudo que posso
resplandecer
Não sou aquilo que
refutei no passado
Desço ao degrau do
misterioso arbusto
Quando a nave retornar
eu te embarco
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