De que me serve o amor se não amar?
Um espaço livre para guardar este vazio
Não posso pisar se não há chão
É na pele que se traça o arranhão
Açúcar de ontem não tira amargo de hoje
A ilusão não precisa de disfarce
Então, sirvo-me do grotesco.
Bebo o sólido cubo como vinho
Chego ao que é virtude
Não aqui; não se existe mais
Sim ali; pois se existe menos
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