sábado, 14 de julho de 2012
Sim
Lá vem de novo...
O poetinha inflamado
Soltando seus versinhos
De apaixonado por um balaio
Nada na frente, sem nada na cara
Mas dedos afoitos encebam o teclado quente
Agora aparece uma mulher
Ontem outra rima qualquer
Nada adianta, outra ideia
Seja lamento ou odisseia
Vai pelo mesmo caminho
Desde a rosa sem espinho
Da ratazana, do grave funkeiro
Do chefe que mistura dinheiro
Musiqueta para esquentar
Para semear o solo fértil
De ideias e devaneios cegos
De uma ideia sobre si sem igual
De um longo processo de enganação
De um eu que não sabe nada d'eu
De nada adianta falar
Deu-se mais uma vez a afirmar...
Daqui pra frente...
blablabla
blablabla
Nada com nada
Segunda será
Agora é passado
Certeza, certeza
Vamos ler, vamos aplaudir
O espetáculo está na tela
Não esqueçamos de curtir
Mais um retrato da miséria
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