Covarde, tu foras desonesto e roubaste,
Não só roubaste uma ideia, mas roubaste os louros
Contra ti, espertamente evitarei o errôneo combate
Sei que ainda a mim, o destino reserva diversos tesouros
Minha caminhada é serena, contínua e purificada
Teria vergonha se tivesse tal vida: desiludida, pífia e amargurada
Enquanto edifico com amizades na sinceridade
Tu constróis em pura pseudovida de superficialidade
Surrupiaste minha ideia,
Mas jamais conseguirás surripiar minha genialidade!
Não gastarei mais nenhuma linha com sua mediocridade
Tua cruz é maldita e pesada
ROUBA, ROUBA, ROUBA, pode roubar
Mas nunca será tão foda quanto a mim, ainda mais na arte de amar!
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