domingo, 29 de abril de 2012

Papel Rasurado, Ato II


Aprisionado o pássaro canta só
A sombra não permite voar
Aqueles ares aparentam ter um nó
A dor de quem não pode amar

As cores da natureza aos olhos da ave
Florescem uma fonte de pura energia
Desfazendo o nó quem sabe
Ao bater as asas encontre a vida

Não só a vida, mas a vida além do ninho
Voando por aquele céu distante
Não só vivendo, mas compartilhando carinho
Toda paixão desenhada no horizonte

Nenhum comentário:

Postar um comentário