quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Madrugada Constante

Paredes se encurtam na madrugada
Assustador som convida ao infinito
Imensidão que de perto não há nada
Suspiro do pleito agora corrompido

Incompreensível questiona sua vez
Respostas coordenadas ditam outro som
A Luz que transita revela a palidez
Um sentimento de outrora era bom

Horas em batalha, a madrugada descansa
O último ato é escurecer mais ainda
Não há mais medo e muito menos esperança

Alguns minutos se passam,  o sono convida
Paz, sossego, relaxamento, descanso?
Claridade retoma a Natureza, “bom dia”

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