sábado, 10 de agosto de 2013

Sábado Errante

Na espreita da noite escura o fogo se apaga
Diferentemente dos outros dias, o mar se agita
Falácias de outrora me distanciam de uma amada
Que nesse dia de descanso, se faz e se exercita

O problema é a falta de outrem
Que poderia receber todo o calor
Melancolia de um vassalo que não se tem
Uma donzela para dissipar todo vigor

O sábado é o sétimo dia da criação
Convencionado socialmente para extravasar
Porém para aqueles que se afundam em solidão
Não podem diante da companhia, sorrir ao gozar. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário