quarta-feira, 17 de julho de 2013

Papel Rasurado, ato XVIII

Palavras de uma manhã gelada
Querendo explanar tudo que pensara
Não obstante a opção fora errada
Em se apaixonar de forma insensata

Mais uma vez o poeta não se encontrou
Mudou a rima para continuar a saga
Em um pedaço de papel rasurou
Por não seguir a tranquila tocada

Ada, Ara é Nada. Rimas acima de uma manhã passada
Onde apenas queria-se declarar,
Para uma bela CENSURADA!

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